Uma molécula chamada fulvalene diruthenium é a responsável por este novo tipo de energia que está sendo pesquisada no Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos. Ela é responsável por uma nova utilização da energia solar, de forma mais duradora e estável.
Quando absorve a luz do sol, esta molécula tem sua estrutura modificada. Ela pode se expandir como uma borracha e armazenar energia pelo período desejado, ficando estável e mais segura por tempo indeterminado.
Para voltar ao seu estado inicial, ela precisa de adição de calor e catalisadores. Durante este processo, a molécula libera a energia previamente armazenada. Esta é apenas uma breve descrição do processo descoberto pelos pesquisadores do MIT.
Segundo o pesquisador Jeffrey Grossman, o processo completo é capaz de produzir bateria recarregáveis através da luz solar. Este tipo de armazenamento de energia pode liberar até 200 °C de calor, o suficiente para esquentar uma casa inteira.
Esta pesquisa foi divulgada na revista acadêmica Angewandte Chemie. Grossman afirma que afulvalene diruthenium ainda é uma molécula muito cara para se trabalhar, mas que eles buscam por outras substâncias que tenham as mesmas características para tornar o processo mais acessível.
Se esta busca der resultados positivos, poderemos, em breve, utilizar novos tipos de baterias recarregáveis e muito potentes, utilizando apenas a luz solar. O cientista afirma que “o material é errado, mas nos mostra que isto pode ser feito”.


Um dos temas levantados ao longo da Futurecom foi o uso das tecnologias para a segurança pública. Em um dos estandes, a Polícia Militar de São Paulo apresentou algumas dos novos recursos para auxiliar nas operações na cidade.
Um dos itens que mais chamou a atenção foram as motos equipadas com um conjunto completo de transmissão de áudio e vídeo sem fio, para as centrais de polícia. Cada equipe é formada por duas motos, uma carregando o transmissor e uma câmera, e outra com mais câmeras e os demais equipamentos.
 
Existem no total duas equipes, com quatro motos, e o principal objetivo destes equipamentos é servir como uma fonte de informações para tomada de decisões durante as operações. A instalação em motos busca utilizar a maior mobilidade deste veículos em locais de difícil acesso, e é possível enviar informações das câmeras utilizando o transmissor presente na mochila. Entre as câmeras disponíveis, existe uma microcâmera para capturar imagens através de pequenas frestas.
Entre os equipamentos também está incluso um monitor para visualizar os vídeos, e um binóculo com sensor de calor, tudo para que a polícia tenha uma vantagem estratégia nas operações. As equipes já estão em uso pela polícia nos últimos seis meses na cidade de São Paulo.
  

Outra novidade apresentada é o projeto de instalação de um aparelho GPS nas viaturas da Polícia Militar, com conexão à Intranet da corporação para pesquisa informações como ficha criminal de uma pessoa ou dados de um veículo. O aparelho também será capaz de realizar o registro de boletins de ocorrência, agilizando os atendimentos. Ainda não há um prazo definido para a implantação massiva desta tecnologia nas viaturas em São Paulo.


A China acaba de ultrapassar os Estados Unidos no recorde do supercomputador mais rápido do mundo com oTianhe-1A, equipado com 7.168 GPUs Nvidia Tesla e 14.336 processadores Intel Xeon.

Tudo isso leva a máquina a atingir um desempenho de 2,507 petaflops no benchmark Linpack,  superando o atual recordista, o 
Cray XT5 (também conhecido como Jaguar) do Laboratório Nacional de Oak Ridge, nos Estados Unidos, que contabilizou 1,75 no mesmo benchmark e tem um pico de processamento teórico de 2,3 petaflops. 
Imagem: Nvidia

De acordo com a Nvidia, a performance do equipamento equivale, em média, à de 175 mil laptops ou 50 mil CPUs. A companhia afirma que um sistema desse tipo construído apenas com processadores consumiria mais de 12 megawatts, porém, como as GPUs oferecem um poder de processamento paralelo, o Tianhe-1A consegue ser três vezes mais eficiente, consumindo apenas 4 megawatts.

“Eu não conheço nenhum outro sistema que se aproxime do poder dessa máquina”, afirmou ao 
Wall Street Journal Jack Dongarra, especialista em supercomputadores e professor na Universidade do Tennessee, que inspecionou o Tianhe-1A. “É impressionante.”

De acordo com a publicação, o surgimento dessa máquina não era inesperado, uma vez que o país já tem experiência com supercomputação. No ranking referente a junho deste ano, o país emplacou 24 equipamentos no top 500 dos mais poderosos do mundo. O supercomputador 
Nebulae, do Centro Nacional de Supercomputação em Shenzen, atualmente está em segundo lugar e o CrayXT ainda aparece em primeiro. Porém, quando o próximo ranking sair, a o Tianhe-1A deverá ocupar o topo e somar mais uma supermáquina entre as representantes chinesas.

M11xR2 é um super netbook e um PC para games como qualquer outro



Com design invocado, configuração bem forte e uma controladora de vídeo Nvidia GT335M, o AlienwareM11xR2, da Dell, é umnetbook como nenhum outro. Sim, estamos falando de um netbook, já que sua tela oferece meras 11,6 polegadas, mas seu processador Core i7, 4 GB de memória RAM e HD e duas placas de vídeo (um chipset Intel e uma Nvidia) o colocam na briga com notebooks avançados e voltados aos gamers. Por 4.057 reais, esse netbook Alienware é voltado ao jogador que deseja levar uma máquina que rode a maioria dos jogos pra lá e pra cá.

Feito de material emborrachado e pesando 2 kg, o Alienware M11xR2 é bastante prático para ser transportado. Mesmo pesando o dobro que um netbook convencional, o modelo equivale a menos da metade da maioria dos notebooks para jogos disponíveis no mercado. Para dar conta dos jogos mais avançados com ajustes bem exigentes, o netbook conta com duas controladoras gráficas, uma Intel GMA HD e uma Nvidia GeForce GT 335M, com 1024 MB de memória DDR3 dedicada. As duas placas são controladas pela tecnologia Optimus, da Nvidia, que seleciona automaticamente qual delas será utilizada de acordo com as ações do usuário.

Um grande problema é o estágio prematuro da Optimus. O usuário não pode selecionar com facilidade, e sem uma dor de cabeça inicial, qual placa deseja utilizar, lembrando que no modelo a GT 335M só funciona com o netbook ligado à tomada. Isso é um problema, pois em jogos não tão exigentes, a interface pode selecionar a controladora Intel, fazendo com que o desempenho caia bastante. Outro problema está nos drivers. Só os oferecidos pela Dell (que estão bem desatualizados) funcionam corretamente. O usuário mais avançado que pretende rodar a versão mais atual do driver vai encontrar problemas, já que os jogos não vão rodar corretamente com ele. Nos testes do INFOlab essa foi uma das maiores complicações.




Agressivo e confortável



A tela, apesar de prática para atividades do dia a dia, como navegação na internet e aplicativos como Word e PowerPoint, é bastante desconfortável para os jogos. Sua resolução é de 1366 por 768 pixels. O teclado é bastante confortável, com teclas bem definidas e layout no padrão norte-americano. Uma das suas vantagens é a iluminação por LED, que pode ser ajustada pelo software AlienFX, uma parte do gerenciador Command Center, no qual é possível escolher as cores de todos os pontos luminosos da máquina. Ele também traz um recurso de reconhecimento de face, que pode ser ajustado pelo usuário e garantir acesso rápido e aumentar a segurança.



O netbook traz um trackpad bastante confortável, com textura que lembra a de uma colmeia (detalhe presente nos leds frontais). Os botões são macios e seu único problema é não reconhecer múltiplos toques nem apresentar uma área de rolagem, o que facilitaria as coisas na navegação web e em documentos e pastas.



Para não deixar o jogador preso à telinha e sem seus periféricos favoritos, o M11xR2 traz saída HDMI, DisplayPort, 3 USB 2.0, leitor de cartões, duas entradas P2 para fones e uma para microfone, Bluetooth e Wi-Fi no padrão n. Um detalhe que faz falta é um leitor de DVD ou Blu-ray. Pelo preço, seria bom que o netbook fosse acompanhado de uma gaveta externa, já que a maneira natural de instalar jogos é por um DVD.



Configuração forte



É quase injusto comparar o M11xR2 com outros netbooks. Sua configuração é muito superior, brigando até com notebooks médios. O processador Core i7 640M de 1,2 GHz pode ser configurado em overclock de até 2,266 GHz. Ele também conta com 4 GB de memória RAM DD3.

O modelo se comportou muito bem nos testes e é o netbook mais forte que já passou pelo INFOlab. No Sandra Lite XII ele anotou 19.000 MOPS em cálculos aritméticos. O Mobo Black 4020, da Positivo, registrou 3.770 MOPS e o X130-L, da LG, anotou 3.630 MOPS. Nos gráficos, medidos pelo 3DMark06, o Alienware atingiu 7.000 pontos, contra 154 do Mobo Black e 146 do X130-L. Para converter um arquivo WMV de 81 MB para MP4, em 320 por 240 pixels, o M11xR2 levou 90 segundos, contra 260 segundos em média dos outros modelos de netbooks.

Sandra Lite XII
Cálculos Aritméticos (em MOPS)
Barras maiores indicam melhor desempenho

Alienware M11xR2
19.000

Positivo Mobo 4050 Red
3.706

LG X130-L
3.620

HP Mini 1020br
3.606


Conversão de WMV para MP4 (em segundos) 
Arquivo de 81 MB em 320 x 240 pixels
Barras menores indicam melhor desempenho geral

Alienware M11xR2
90

HP Mini 1020br
295

Positivo Mobo 4050 Red
302

LG X130-L
314


3DMark06 (em pontos)
Barras maiores indicam melhor desempenho de vídeo

Alienware M11xR2
7.000

Positivo Mobo 4050 Red
146

Asus Eee PC 1005 HA
118

HP Mini 1020br
90


Bom nos jogos



Mesmo com os problemas com a tecnologia Optimus e com os drivers, o M11xR2 rodou jogos sem muito esforço. Não foi possível jogar Crysis com a configuração no talo, mas reduzindo a qualidade no gerenciador e não exigindo tanto no antialiasing dá para manter uma boa taxa de frames e gráficos aceitáveis. No game Call of Duty: World at War foi possível jogar com as configurações no máximo sem grandes complicações. O mesmo ocorre com games menos exigentes, como Left 4 Dead.

O modelo conta com dois alto-falantes, com saídas localizadas na parte frontal inferior do netbook. Mesmo refletido, o som impressiona e possui pouca distorção. Nenhum outro modelo da categoria possui uma qualidade tão alta.

A duração de bateria deixa muito a desejar para um netbook. Com duração de 1hora e 26 minutos, ele está muito abaixo da média de 4 horas da categoria. Mas, para um equipamento para jogos ele está na média.

Duração da bateria com o Battery Eater (em minutos)
Barras maiores indicam melhor desempenho

Asus Eee PC 1005 HA
5h29min

LG X130-L
2h55min

Positivo Mobo 4050 Red
2h04min

Alienware M11xR2
1h26min



O Acer Liquid Metal, alvo de especulações e fotos não-oficiais por algum tempo, acaba de ser oficializado pela Acer. Ele se junta à classe de smartphones mais sofisticados da fabricante, chamada Liquid, e vai concorrer com os outros muitos de aparelhos que rodam Android.
O aparelho parece ser rápido, mas nem tanto: emprega o novo Android 2.2 em cima de um processador da Qualcomm de 800 MHz (o MSM7230). E por que não 1 GHz de frequência? Bem, a Acer não respondeu a pergunta, mas podemos supor que é para dar fôlego à bateria. Outro aparelho da série Liquid já tinha recebido um processador parrudo com frequência reduzida para atingir esse fim.
Na conectividade, parece faltar só o GPS. Há suporte a 3G, Wi-Fi padrão n e também DLNA. A câmera tem 5 megapixels e grava a 720p. Ele ainda vai trazer bons ventos para a linha Liquid com uma nova interface customizada do Android, a Breeze UI. Deve ser algo parecido com o HTC Sense, que reformula a tela da home, permite acesso a favoritos e reorganiza-os conforme a frequência do uso etc. Tudo isso será exibido numa tela capacitiva de 3,6 polegadas.
Por enquanto, o lançamento será exclusivo no Reino Unido, onde a Acer também inaugurou oLiquid Stream há algum tempo. O preço é de 299 libras ou 812 reais, a partir de novembro. As cores serão marrom e preto.


Faculdade dará tablet aos aprovados

São Paulo – A Faculdade Interativa COC está oferecendo um motivo a mais para os candidatos se dedicarem aos estudos: cada aprovado no vestibular 2011 da instituição receberá gratuitamente um tablet, oferecido como parte do material didático. Com cursos de educação à distância, a faculdade pretende oferecer conteúdo das aulas por meio da prancheta eletrônica.
Ao todo, serão adquiridos 20 mil aparelhos fabricados na China, onde o presidente do COC, Chaim Zaher, esteve há duas semanas para negociar a encomenda. Segundo a instituição, apenas os alunos ingressantes terão direito ao dispositivo, que será entregue a partir de abril de 2011, de forma gradativa. As especificações do modelo ainda não foram informadas, mas sabe-se que o aparelho terá acesso à rede Wi-Fi para o download do material didático.

A proposta da empresa é associar o nome da faculdade ao caráter inovador do equipamento, que ganhou popularidade este ano com o lançamento do iPad, da Apple. “Queremos incentivar a inclusão digital, oferecendo ao acadêmico uma tecnologia que, por meio de pesquisa on-line, possibilite a busca por mais informações”, declara Jeferson Fagundes, diretor nacional de educação à distância do COC.
O vestibular da Faculdade Interativa COC será realizado no dia 5 de dezembro e tem inscrições abertas até o dia 2 do mesmo mês por meio do site da instituição, ou nos pólos de apoio presencial credenciados após o término das inscrições online. A lista de aprovados será divulgada no dia 14 de dezembro.


Faculdade dará tablet aos aprovados

São Paulo – A Faculdade Interativa COC está oferecendo um motivo a mais para os candidatos se dedicarem aos estudos: cada aprovado no vestibular 2011 da instituição receberá gratuitamente um tablet, oferecido como parte do material didático. Com cursos de educação à distância, a faculdade pretende oferecer conteúdo das aulas por meio da prancheta eletrônica.
Ao todo, serão adquiridos 20 mil aparelhos fabricados na China, onde o presidente do COC, Chaim Zaher, esteve há duas semanas para negociar a encomenda. Segundo a instituição, apenas os alunos ingressantes terão direito ao dispositivo, que será entregue a partir de abril de 2011, de forma gradativa. As especificações do modelo ainda não foram informadas, mas sabe-se que o aparelho terá acesso à rede Wi-Fi para o download do material didático.

A proposta da empresa é associar o nome da faculdade ao caráter inovador do equipamento, que ganhou popularidade este ano com o lançamento do iPad, da Apple. “Queremos incentivar a inclusão digital, oferecendo ao acadêmico uma tecnologia que, por meio de pesquisa on-line, possibilite a busca por mais informações”, declara Jeferson Fagundes, diretor nacional de educação à distância do COC.
O vestibular da Faculdade Interativa COC será realizado no dia 5 de dezembro e tem inscrições abertas até o dia 2 do mesmo mês por meio do site da instituição, ou nos pólos de apoio presencial credenciados após o término das inscrições online. A lista de aprovados será divulgada no dia 14 de dezembro.




Durante um jantar com a imprensa no dia 27, a Intel apresentou sua visão para o desenvolvimento da tecnologia do cloud computing para os próximos 5 anos. Segundo a empresa, em 2009 circularam 150 exabytes de dados na internet, e vão circular aproximadamente 175 exabytes até o final deste ano. As expectativas são de que em 2015 chegaremos a 1000 exabytes. A empresa propõe uma mudança de paradigma para suportar este crescimento, substituindo o modelo atual, onde servidores são somente ampliados para comportar o aumento de demanda.
No modelo atual seriam gastos 2 trilhões em infraestrutura e operações até 2015, para acompanhar o crescimento do demanda de transmissão de dados, já que em cinco anos teremos mais de um bilhão de usuários trafegando dados na rede da internet, utilizando aproximadamente 15 bilhões de dispositivos como smartphones, tablets, etc. a menos que haja uma simplificação radical na infraestrutura e no gerenciamento dos ecossistemas virtuais.
Para solucionar este problema, a Intel em cooperação com outras 19 empresas criaram o projeto “Open DataCenter Alliance”, com o objetivo de desenvolver um serviço de cloud computing padronizado e aberto, melhorando o desempenho dos servidores através de processos mais inteligentes. “Muitas das soluções que existem hoje são proprietárias, e nossos clientes querem evitar que suas empresas fiquem presas a uma companhia ou a uma solução”, conta Frank Johnson, responsável por vendas no mercado corporativo da Intel nas Américas. Com padrões abertos, as empresas podem mover suas informações de um servidor privado para um servidor público com maior facilidade.
Outro elemento básico da plataforma em desenvolvimento é a capacidade de adaptação. Os clientes recebem os dados de acordo com seu dispositivo e a banda. “Dependendo do tipo de dispositivo utilizado, o usuário recebe exatamente a quantidade de dados que pode receber”, explica Johnson. Assim serviços mais personalizados possibilitam que, por exemplo, uma pessoa assista um vídeo utilizando o máximo de qualidade que seu dispositivo comporta.


Este novo paradigma tecnológico pode influenciar também nos negócios: “Com o crescimento de 6 para 9 milhões de pequenas e médias empresas, o cloud pode ajudar a criar novos modelos de negócio”, prevê Caio Tietê, diretor de marketing da Intel no Brasil. Para que esta oportunidades surjam no país é preciso resolver um gargalo estrutural das redes. “Uma das barreiras de aplicação do cloud é a velocidade da chamada 'banda larga' no Brasil, que está aquém do do considerado ideal para uso com clouding”. Uma conexão rápida e constante é indispensável para o funcionamento do computação em nuvem, caso contrário a empresa sofreria com um “vazio” de informações.


Google anunciou hoje, durante uma coletiva com a imprensa, o lançamento do serviço de busca por voz no Brasil. Além das buscas tradicionais, o sistema funcionará para outros softwares como o Maps, e estará disponível também para outros desenvolvedores do Android.
 Apresentação do recurso Google Voz
O sistema opera através do reconhecimento dos termos falados pelo usuário, preenchendo automaticamente o campo da busca e trazendo os resultados. Algumas buscas possuem respostas mais específicas, como pesquisas sobre o tempo em uma região, ou resultados de jogos.
O serviço já está disponível nos Estados Unidos, e 25% das pesquisas feitas através do Android são realizadas através do sistema de reconhecimento de voz.
O aplicativo estará disponível através do Android Market, para aparelhos com Android 2.1 ou superior, e já estará instalado nos smartphones com o Froyo, como o Milestone 2. Também estará disponível para aparelhos com sistema iOS. O Brasil é o primeiro país da América Latina a receber uma versão do aplicativo.


Cientistas do Instituto Politécnico Rensselaer nos Estados Unidos descobriram como utilizar a água para ajustar a faixa de intervalo dos nanomateriais construídos com grafeno. Trata-se de um importante feito para a indústria do hardware, em especial a do silício, uma vez que a descoberta abre as portas para a construção de novos e mais modernos (leia-se mais poderosos) transistores.
O Professor Nikhil Koratkar e sua equipe de pesquisa descobriram que se eles expuserem um filme de grafeno à umidade, eles poderiam criar uma faixa de intervalo/lacuna no grafeno. Até então, esta era a barreira para a criação de transistores de grafeno, encerrando assim o ciclo histórico do silício para a fabricação de materiais semicondutores.
O grafeno, descoberto em 2004, é uma espécie de composto de átomos de carbono densamente unidos em estruturas que mais parecem os painéis das colméias de abelhas (cadeia aromática policíclica de hidrocarbonetos), que servem ainda como estruturas básicas para alguns alótropos do carbono, tais como o grafite e os nanotubos de carbono.
A equipe do professor Koratkar trabalhou em uma forma como criar uma lacuna no grafeno com baseado na quantidade de água adsorvida para um lado do material, precisamente ajustando a lacuna para qualquer valor entre 0-0,2 elétron-volts.
Trata-se de uma técnica totalmente reversível, uma vez que a faixa de abertura foi reduzida a zero no vácuo. A parte boa sobre o feito foi que a técnica não envolve qualquer processo complexo de engenharia ou modificação do grafeno, requerendo apenas um ambiente fechado onde a umidade pode ser controlada com precisão.
Os semicondutores têm uma estreita lacuna de banda, e a aplicação de um campo elétrico pode provocar que elétrons saltem através da lacuna. A capacidade de alternar rapidamente entre os dois estados - "ligado" e "desligado" - é o que torna os semicondutores tão valiosos na microeletrônica.
Desta forma, a descoberta abre revela finalmente uma “luz no fim do túnel” da indústria do silício, principalmente no que diz respeito à construção de processadores e GPUs, uma vez que os avanços tecnológicos destes setores estavam limitados (com a manutenção do silício) em um futuro não tão distante.
Recentemente o MIT desenvolveu um protótipo de chip rodando a 1.000 Ghz!


A guerra contra a pirataria na rede acaba de fazer a sua última vítima. Uma corte de Nova York ordenou que a empresa que mantém o LimeWire remova do software as funcionalidades de busca, upload e download, o que significa, na prática o fim do programa.  Fato que provavelmente não vai fazer mudar muita coisa, já que a rede em que ele se conectava, a Gnutella, vai muito bem, obrigado.
LimeWire está morto!
Sim, a ação derruba o LimeWire, notável disseminador de pragas virtuais, mas mantém a rede – e consequentemente todos os softwares que fazem uso dela, como o clone open source FrostWire – ainda viva. No fim, esse parece mais um esforço da RIAA que dará pouco resultado. Afinal, alguém ainda usa o LimeWire? 


Rede Brasileira de Educação à Distância, mais conhecida como Universidade Virtual Brasileira (UVB), foi condenada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) por pirataria de software e terá que desembolsar uma multa milionária.


Isso porque a instituição forneceu cópias ilegais de um software desenvolvido pelo Centro de Estratégia Operacional (CEO) às suas dez universidades sócias: Anhembi Morumbi (Grupo Laureate), Uniderp (Anhanguera), Unimonte, Universidade Veiga de Almeida, Unisul, Unitri, o Centro Universitário Newton Paiva, Universidade Potiguar, Unama e a UVV/Sedes.

O software foi desenvolvido no ano 2000, com o objetivo de possibilitar a realização de cursos à distância, e vendido para a UVB por R$121 mil, que repassou às universidades associadas sem pagar licenças adicionais. O valor da indenização ainda será definido pela justiça, em cima do cálculo entre dez e 43 vezes o valor original do software, acrescido de multa de dez vezes o número de usos fraudulentos.


Conforme os termos da sentença, a UVB ainda deverá pagar indenização diária de, no mínimo, R$5 mil, por um período que ainda será estipulado pelo juiz de primeira instância. Como agravante, a universidade ainda desligou um rastreador do software, que permitiu a detecção da atividade ilegal.


A empresa que entrou com o processo ainda alega que o software foi distribuído a outras 33 universidades do Brasil e do exterior. Somando todas as distribuições ilegais, Luis Barison, principal acionista da CEO, e seus sócios calculam que o valor da ação, considerando multas e correções, pode chegar a R$250 milhões, o que tornaria esta condenação por pirataria a maior já realizada no Brasil.


As instituições alegaram que, como eram sócias da empresa que comprou o software, teriam o direito de se apropriar do aplicativo. O advogado da UVB tentará comprovar que a universidade forneceu apenas três cópias ilegais, o que reduzirá consideravelmente o valor da multa. Além disso, a universidade nega que essa distribuição tenha atingido abrangência internacional. 

Apresentação!


Aproveite nosso conteúdo e informação. Possuímos um grande arsenal de vídeo-aulas administradas pelo nosso companheiro de equipe Danyel Willian, Assistente de TI, Bacharel em Sistema de Informação e certificação em ITIL FOUNDATION; e postagens para melhor prepará-lo para concursos que relacionem à área de TI.

Espero que gostem de nossas postagens e videoaulas, e que possam com nossas informações adquirir um grande desenvolvimento social e tecnológico nesta área tão requisitada atualmente no mercado de trabalho.

A Equipe Informática Inteligente agradece a preferência!


Tradutor

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By Equipe Informática

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Danyel Willian

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Autor - Técnico e Professor em TI. Formação em Administração de Empresas

Felipe Aguiar

Autor - Engenheiro da Computação

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