segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Apreensão de software pirata sobe 81,5% em um mês


ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) em conjunto com a ESA (Entertainment Software Association)registraram 187,4 mil apreensões de CDs de softwares falsificados em setembro, um índice 81,5% superior ao do mês anterior, de acordo com o mais recente levantamento das organizações

Foz do Iguaçu e Minas Gerais apresentaram os maiores saldos de mídias retiradas de circulação: 74,7 mil e 57,9 mil, respectivamente.

Esse resultado é reflexo do uso da localização geográfica de Foz do Iguaçu como estratégia para facilitar a entrada de produtos piratas. Quanto à Minas Gerais, a cidade colhe os frutos dos esforços dos agentes públicos locais, em uma “verdadeira força tarefa”, conforme o coordenador do Grupo de Defesa da Propriedade Intelectual da ABES, Antônio Eduardo Mendes da Silva.

O executivo ainda destaca que, durante o período, foram retirados do ar 23 sites que comercializavam softwares ilegais e 1,4 mil anúncios destinados à mesma finalidade. “Mais do que monitorar quem está realizando o download desse tipo de conteúdo, o foco do nosso trabalho é tentar coibir quem disponibiliza esses arquivos na internet, ou seja, quem faz os uploads dos materiais”, explica. "Vários outros países já adotam essa estratégia e vemos que ela tem se revelado bastante efetiva.”

Como parte de uma campanha de conscientização, em setembro a ABES e a 
APCM (Associação Antipirataria Cinema e Música), em parceria com o CNCP (Conselho Nacional de Combate a Pirataria), realizaram um evento em Campinas que reuniu 50 policiais, que puderam receber informações jurídicas e dicas de como identificar produtos piratas.

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