quinta-feira, 7 de abril de 2011

Cloud deve crescer 7 vezes até 2014, diz IDC

SÃO PAULO – Em evento realizado em São Paulo e que contou com a participação de cerca de 500 profissionais de TI, a consultoria IDC apresentou um panorama do  mercado de Cloud Computing no Brasil e outros países.


De acordo com os estudos realizados pela IDC, o Brasil é o país da América Latina que mais tem interesse por Cloud Computing. Atualmente, 18% das médias e grandes empresas brasileiras já utilizam alguma aplicação de computação em nuvem. Até 2013, esta fatia deve saltar para 30% a 35%.

De acordo com a IDC, atualmente são investidos 85% dos recursos na operação e apenas 15% em inovação. “O ideal seria ter, no mínimo, 30% para a área de inovação”, declara Ricardo Villate, vice-presidente de pesquisas e consultoria da IDC América Latina.


Nos demais países da América Latina, 14,5% das empresas têm ou planejam ter algum tipo de aplicação. “Cloud não é mais um hype de mercado”, afirma Mauro Peres, country manager da IDC Brasil. “Cerca de 98% das companhias consultadas acreditam que essa tecnologia veio para ficar, embora muitas delas apontem receios, como segurança e precificação”, declarou ele.


Nos Estados Unidos, entre 45% e 55% das companhias médias e grandes já utilizam algum serviço de Cloud. Na Europa o número está entre 35% e 40%.


Para 2011, a IDC estima que sejam gastos US$ 10 bilhões em aplicações de Cloud Privada, como servidores, storage e rede, em todo o mundo. No Brasil, 80% dos investimentos serão direcionados à implementação de ambientes que misturam a Cloud Privada com a Cloud Pública.


As pesquisas da IDC revelam também que a redução de custos, a possibilidade de pagamento por uso e a elasticidade dos sistemas estão entre os atributos mais valorizados pelas áreas de TI no Brasil quando questionadas sobre os benefícios esperados de um ambiente em nuvem.


Comentário Pessoal: Entendemos que o Cloud, conhecido como computação em nuvem, tem reduzido os custos e acelerado os serviços, mas nossos governantes precisam pensar em formas mais precisas de manter a energia em caso de fênomenos naturais, que caso ocorram prejudicariam em massa esta tecnologia.

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