terça-feira, 17 de maio de 2011

Novo chip Intel promoverá Windows em tablets


SÃO PAULO - A Intel apresentou, esta semana, uma nova versão de seu processador Atom, o Oak Trail, com capacidade de processamento de 1,5 GHz e arquitetura de 45 nanômetros.
Segundo a Intel, a principal característica deste chip é poder equipar tablets que suportem aplicações multimídia como Adobe Flash e processamento de vídeos sem exigir consumo demais da bateria. O chip também pode rodar Windows 7, o que na expectativa da fabricante permitirá o surgimento de uma geração de tablets poderosos com Windows.
Durante o evento de lançamento do Oak Trail, a Intel defendeu que tablets com Windows têm grandes chances de se popularizar no mercado corporativo, já que as companhias supostamente privilegiariam a compatibilidade entre suas atuais aplicações em Windows para desktops e tablets.
No mesmo evento, a Intel já anunciou que 35 dispositivos de fabricantes como HTC, LG e Samsung contarão com o Oak Trail. Exemplares da Fujitsu e da Motion Computing serão os primeiros a chegar ao mercado.
Com Windows 7, processador Atom de 1.5 GHz e com memória SSD no lugar do disco rígido, custarão entre 729 e 899 dólares nos Estados Unidos e chegarão às lojas em julho deste ano, diz a Intel.
Em abril, ao anunciar a nova linha de processadores para notebooks, a Intel deixou claro que também deseja desenvolver uma tecnologia de processamento para smartphones, mas não deu mais detalhes sobre o assunto.  Embora líder no mercado global de chips, a Intel está atrás de Qualcom e Nvidia em chips para celulares.
Processador 3D - Já no início deste mês, a empresa anunciou seu primeiro transistor com design 3D, o Tri-Gate, que será empregado na sua nova linha de chips com 22 nanômetros de codinome Ivy Bridge. Por garantir maior aproveitamento da energia ao facilitar o fluxo da mesma, o chip, que será lançado em 2012, poderá ser usado para vários propósitos, como desktops, notebooks e até smartphones.
O chip Tri-Gate é considerado a grande inovação da Intel na década por abrir espaço para uma geração de chips muito mais poderosos e com consumo de energia baixo.

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