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Brigando com a Intel pelo mercado de processadores, a AMD anunciou nesta semana o lançamento das duas primeiras APUs da chamada A-Series para computadores de mesa. A briga agora deve girar em torno desses novos modelos e da linha Sandy Bridge, a aposta mais recente da Intel.

Os novos modelos, batizados de A8-3850 e A6-3650, são produzidos a partir do processo de arquitetura Llano de 23 nanômetros (nm) e contam com quatro núcleos x86, suporte para HDMI, compatibilidade com DirectX 11 e até Blu-ray em 3D.

O A8-3850 possui uma GPU Radeon HD 6550D de 600Mhz e opera a 2.9 GHz. O preço deve fixar-se em US$135. Já o A6-3650 leva uma GPU Radeon HD 6530D de 443Mhz e roda em 2.6 GHz. O custo é um pouco menor: cerca de US$115.

Em testes realizados por veículos especializados, ambos os chips conquistaram bons resultados, especialmente ao rodar jogos pesados como o épico Crysis 2. Confira algumas informações e as benchmarks realizadas com os novos microprocessadores na galeria abaixo:

Apesar dos resultados, o preço não pareceu agradar muito, especialmente por se tratar de um produto para desktop: pode valer mais a pena comprar uma placa gráfica e um processador separadamente para obter o mesmo desempenho.

As chamadas APUs (unidades de processamento acelerado, em tradução livre) são microchips que combinam a leitura de dados e de gráficos em um só componente. Desse modo, é possível obter um produto que combina alta tecnologia e baixo consumo de energia.
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Comunicação do grupo pode ficar prejudicada por vários dias.
'Não há canal confiável', diz consultor da al-Qaeda.


A rede terrorista al-Qaeda sofreu um ataque virtual que pode reduzir a capacidade de comunicação do grupo por vários dias, informou nesta quarta-feira (29) a cadeia "MSNBC".

Evan Kohlmann, um consultor privado que há uma década acompanha a al-Qaeda e outras organizações terroristas, advertiu que a comunicação da rede "foi temporariamente danificada".

A organização para a qual trabalha, a Flashpoint Global Partners, detectou que "não há nenhum canal de distribuição confiável disponível na internet".

Kohlmann suspeita que o ataque aconteceu há poucos dias, produzido por hackers "bem coordenados", que utilizaram um "incomum leque de técnicas relativamente sofisticadas". "Acredito que vão levar pelo menos mais vários dias para reparar os danos, restaurar a rede e fazê-la funcionar de novo", disse. 


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Um menino (que não teve seu nome revelado por ser menor de idade) irlandês de 13 anos de idade foi libertado sob fiança, mas só depois de entregar seu console Xbox 360 para as autoridades.

O juiz da Alta Corte, em Belfast decidiu a punição incomum ao considerar a aplicação da fiança do adolescente. Como o menino foi acusado de uma série de assaltos na área Dowpatrick, o juiz perguntou qual dos seus bens significava mais para ele - o menino admitiu que era seu Xbox 360.

O juiz, então, anunciou que o menino teria que entregar o videogame as autoridades, para ensinar o adolescente como é perder algo de importância.


RIO - A Justiça do Rio condenou o Google a aumentar o controle contra apologia a crimes na rede social Orkut. O objetivo é evitar a pratica de pedofilia e o agendamento de brigas entre torcidas organizadas, entre outros crimes. 
De acordo com a decisão da Juíza Simone Lopes da Costa, a empresa será obrigada a criar "sistemas aptos a identificar existência de perfis, comunidades ou páginas dedicados à pedofilia" e à apologia ao crime, inclusive de marcação de brigas entre torcidas de futebol. As informações são do jornal O Globo.
A juíza também determinou que o Google crie um canal de comunicação para que os usuários possam denunciar a prática de bullying online em perfis e comunidades. O Google terá ainda que guardar o IP dos usuários que criarem qualquer comunidade na rede social, além dos registros de logs de acesso dentro delas.
Por último, o Google terá que reportar ao Estado toda atividade considerada suspeita dentro da rede social, além de oferecer ao Governo meios para a investigação dos crimes.
Ao O Globo, o Google afirmou que irá analisar a decisão assim que for notificado para decidir se acata ou recorre do processo. O prazo para implementar as medidas é de 120 dias, com multa de R$ 50 mil por dia de atraso.





São Paulo – Um cracker invadiu a conta da presidente Dilma Rousseff durante a campanha eleitoral realizada no ano passado.
De acordo com reportagem do jornal Folha de S.Paulo, o invasor copiou as mensagens de Dilma e as tentou vender para seus adversários políticos do DEM e do PSDB, porém, não teve sucesso.
O cracker teria realizado a invasão em duas etapas. Primeiro, ele invadiu o site do PT, de onde copiou mensagens de diversos filiados. Em seguida, conseguiu instalar um keylogger no computador de Dilma para roubar suas senhas.
Ao jornal, o jovem de 21 anos e morador de Taguatinga (DF), exibiu mensagens com resultados de exames de saúde da presidente, instruções para a campanha eleitoral do segundo turno e uma agenda telefônica com dados de parentes e assessores, entre outras.
Procurados pelo jornal, algumas das pessoas que enviaram mensagens à Dilma, como o padre Fábio de Melo, confirmaram os e-mails.
O cracker informou que também invadiu a conta do ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu.
Para a ministra da Comunicação Social, Helena Chagas, “as mensagens são fruto de um ato criminoso”.



A Sony europeia anunciou dois novos aparelhos de som. Ambos são da G Series, nos modelos CMT-G2BNiP e CMT-G1iP. Os dois têm um visual bem retrô, com a frente de aço escovado e grandes botões redondos.

Ao contrário do design, eles são bem moderninhos. Além da reprodução comum de CDs e rádio FM, eles também tocam MP3 e servem para reprodução de dispositivos ligados pela porta USB. A diferença entre os dois é que o CMT-G2BNiP ainda vem com suporte para Wi-Fi e DLNA, para reprodução de conteúdos disponíveis em uma rede doméstica.

O visual retrô é feito em um corpo de alumínio e as caixas de som que o acompanham têm acabamento em black piano. Por enquanto a empresa não deu nenhuma informação sobre a data de lançamento ou o preço. De qualquer forma, o aparelho deve agradar aos amantes de som que gostam de um visual mais retrô.



São Paulo - O cantor e ator Justin Timberlake foi responsável por parte dos 35 milhões de dólares investidos pela empresa Specific Media para a compra da rede social MySpace junto à americana News Corporation.
O valor não foi revelado. As informações são do Guardian.
O cantor terá um escritório na companhia, mas, provavelmente, não estará lá todos os dias, segundo Tim Vangerhook, executivo do Specific Media. Em comunicado, Timberlake já havia informado que estava animado com o Myspace.
“Estou animado em ajudar a revitalizar o Myspace usando sua plataforma para unir artistas e fãs em uma única comunidade”, disse.
A Specific Media, sediada no sul da Califórnia, tem a intenção de fazer o MySpace voltar a ser a rede social que era em sua origem - um site onde os fãs de música possam descobrir novas músicas e bandas.
A News Corporation havia comprado o Myspace há seis anos, por 580 milhões de dólares, quando a rede social tinha 20 milhões de usuários por mês nos EUA. O valor de mercado caiu devido à popularização da rede social concorrente Facebook. Coincidentemente, Timberlake participou recentemente do filme “A Rede Social” no qual interpretou Sean Parker, co-fundador do Napster e investidor do Facebook.
A mudança de proprietários provocou um processo de demissões anunciado em janeiro, que afetará cerca da metade dos 500 funcionários do MySpace.


São Paulo - A Hitachi está em negociações com a Toshiba e a Sony para se juntar à fusão das unidades de painéis de cristal líquido (LCD) das duas companhias, em uma estratégia que criará a maior fabricante mundial de painéis de pequeno parte, disseram duas fontes com conhecimento do assunto nesta quinta-feira.
A Hitachi tem negociado uma joint-venture para fabricar painéis de LCD separadamente com a Hon Hai Precision Industry, mas as conversas encontraram dificuldades, disse uma das fontes, o que tornou mais provável uma união do conglomerado japonês com empresas de seu país.
Caso a aliança entre as três empresas prossiga, a Innovation Network Corp do Japão, majoritariamente financiada pelo governo, vai ponderar o investimento de 200 bilhões de ienes (2,5 bilhões de dólares) na unidade resultante da fusão, disse uma fonte.
Segundo o jornal Nikkei, o fundo deve obter uma participação de 70 por cento pelo montante investido e as três empresas dividiriam o restante.
A Hitachi não quis comentar o assunto.


São Paulo - A Virgin America e o Google anunciaram uma parceria a fim de oferecer notebooks do modelo Chromebooks durante os voos da companhia.
De acordo com o anúncio, os passageiros que embarcarem em voos domésticos nos aeroportos de San Francisco, de Boston, de O´Hare, em Chicago, e de Dallas, entre os dias 1 de julho e 30 de setembro, poderão retirar um notebook do Google ao realizar o check-in. O equipamento deverá ser devolvido ao fim da viagem.
Durante o voo, os passageiros poderão testar o equipamento utilizando o sinal Wi-Fi das aeronaves. 
Os Chromebooks são os primeiros computadores equipados com o Chrome OS, sistema operacional do Google para laptops.
Inicialmente, apenas dois fabricantes, Samsung e Acer, colocaram modelos com o sistema operacional no mercado. Os preços variam de 349 a  499 dólares.
De acordo com o Google, os Chromebooks ligam em apenas 8 segundos, possuem Wi-Fi e 3G embutido (opcional). Além disso, os modelos com 3G virão com 100MB gratuitos de acesso por mês, fornecido pela operadora Verizon Wireless.
Os aplicativos, documentos e configurações ficam armazenados nas nuvens. Além disso, os notebooks terão acesso aos aplicativos disponíveis na Chrome Web Store.



São Paulo - A onda de ataques crackers no Brasil não justifica o endurecimento da lei e a criação de regras que limitem a privacidade do usuário na web, defendeu o ex-presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, o professor da UFABC (Universidade Federal do ABC), Sérgio Amadeu.
Durante debate na FISL 12, que acontece esta semana em Porto Alegre, Amadeu voltou a chamar o projeto de controle da web de autoria do senador tucano Eduardo Azeredo (MG) de “AI-5 digital”, em referência ao ato institucional que agravou a ditadura militar no Brasil, em 1968.
Azeredo, que já conseguiu aprovar seu projeto no Senado com o apoio de tucanos e petistas, articulou esta semana para votá-lo também na Câmara dos Deputados. O argumento central dos defensores do projeto é que a onda de insegurança na web exige regras mais claras de uso da internet.
“Não podemos explorar estes episódios (invasões crackers) para criar um AI-5 digital que limite as liberdades do usuário”, disse Amadeu.  O projeto de lei prevê itens controversos como a obrigatoriedade dos provedores de internet em armazenar logs de conexão dos usuários por até seis meses para, sob ordem judicial, servirem de pistas em casos de investigação de crimes digitais, como fraudes, invasão de redes seguras e disseminação de conteúdo ilegal, como apologia às drogas, ao racismo e à pedofilia.
Na opinião do senador Azeredo, o projeto é necessário pois, hoje, as autoridades encontram poucos recursos para investigar criminosos online e muitos crimes digitais, como clonar cartões eletrônicos, não foram tipificados.
Já para Amadeu, o projeto atenta contra a liberdade dos usuários.  Um artigo do projeto de lei altamente controverso, por exemplo, é o que considera crime a troca de conteúdo ilegal na web. Para os oposicionistas do projeto, este artigo permitirá punir quem troca filmes e músicas protegidas na web. Já para os defensores, este item visa apenas punir quem troca materiais pedófilos ou de apologia a crimes.
Além de criticar o projeto de controle da web, Amadeu defendeu o uso de aplicações abertas pelos governos como forma de ampliar a transparência na política e a eficiência dos governos. “Se todo software governamental for aberto, a população poderá pesquisar melhor os dados públicos, encontrar incongruências e denunciar erros”, afirmou.
Amadeu disse que o modelo, chamado de democracia digital, leva aos governos a mesma experiência da indústria de desenvolvimento de software. “É como se o governo fosse um grande beta-teste. Quanto mais gente disponível para debuggar o governo, mais fácil será descobrir erros e apontar soluções”, afirmou.




Brasília - Em até 90 dias, as concessionárias de telefonia fixa deverão começar a disponibilizar para os clientes a internet com velocidade de 1 Megabit por segundo (Mbps) a R$ 35 por mês.
O acordo foi fechado neste quinta, entre as operadoras Telefônica, Oi, Sercomtel e CTBC e o Ministério das Comunicações.
As empresas devem assinar ainda hoje um termo de compromisso com o governo para oferecer a banda larga nos moldes combinados. Também deve ser assinado um decreto presidencial que institui o novo Plano Geral de Metas de Universalização da Telefonia Fixa (PGMU 3), que faz parte da renovação dos contratos de concessão.
Segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o cronograma de oferta do serviço ainda não foi fechado, mas o serviço deve estar disponível em todo o país e em cerca de 70% dos domicílios até 2014. A velocidade também deve aumentar para até 5 Mbps.
Na avaliação do ministro, o acordo com as empresas é um “grande negócio”, pois o preço é a metade da média adotada no país. “Achamos que isso vai ser muito atraente, claro que se fosse mais barato seria melhor, mas não conseguiríamos fazer isso sem subsídio e não optamos por isso neste momento. Este plano não terá recursos públicos”, disse Bernardo.
O acordo com as empresas não estabelece metas de qualidade da internet a ser ofertada, mas Paulo Bernardo garantiu que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai votar até outubro um regulamento para estabelecer regras que devem ser seguidas por todas as empresas que oferecem a internet fixa e móvel.
Bernardo também explicou que as sanções a serem aplicadas às empresas, por descumprimento do acordo com o governo, podem ser convertidas em obrigações de novos investimentos e, em último caso, em multas pecuniárias. Nos locais onde as empresas não conseguirem oferecer o serviço banda larga fixa, haverá a possibilidade de oferta de internet móvel.
O presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, disse que, por não ter subsídios do governo, as empresas terão que “usar técnicas criativas” para atender aos termos do acordo. “Esses novos valores vão possibilitar que novas famílias possam ter acesso a esse serviço, e esse é o principal objetivo”, disse.



São Paulo - Após apresentar a Plus, seu novo projeto de rede social na segunda-feira, o Google implantou ontem uma reforma visual em seu layout em sua página de resultados no site de buscas.
O novo visual caminha em sincronia com o projeto gráfico adotado na rede social. Em breve, as mudanças devem se estender a outros serviços, segundo o Google.  
A principal novidade do novo visual é uma barra negra de navegação exibida no alto da tela. Para quem já possui uma conta na Plus, o link de acesso aparece como primeira opção, logo à esquerda. A barra também traz opções para acesso rápido para o Gmail, busca de imagens, vídeos, mapas, notícias etc. 
Logo abaixo, o logo do Google ficou menor do que na versão anterior.
Porém, as mudanças mais significativas aparecem na página de resultados, que ganhou uma faixa cinza em seu alto. A coluna da esquerda, onde estão as opções para segmentação da busca (imagens, vídeos, notícias ou períodos), também foi reestilizada, e agora aparenta mais sofisticada.
“Nossa filosofia de design é combinar o poder com simplicidade. Queremos manter o nosso olhar simples e limpo, mas por trás do projeto aparentemente simples, estamos aplicando novas tecnologias, como HTML5, WebGL e o poder das versões mais recentes dos navegadores  para ofertar todas possibilidades da web para você”, diz o texto publicado no blog do Google.
Em breve, a nova identidade visual do Google deve ser implantada no Maps e no Gmail.
google first layout
Primeira página do Google implantada em 1997

 

O novo integrante da linha de notebooks portáteis da Sony, a Vaio Z, vem para reforçar uma ideia de que o notebook deve ser portátil, mas também parrudo quando for preciso. Para isso, ele vem com uma espécie de compartimento externo para dar uma turbinada nos momentos de necessidade.


A configuração lista uma tela de 13 polegadas, com resolução de 1600 x 900 pixels, até 8 GB de RAM, SSD de 256 GB e processamento gráfico a partir da placa integrada Intel HD Graphics 3000. Para evitar reclamações, o novo portátil da Sony vem acompanhado da dock externa que faz com que o notebook que já tem uma boa configuração fique ainda melhor.

Quando ela está conectada, ele pode usar uma placa de vídeo AMD Radeon 6650M com 1 GB de RAM dedicada. Ainda ficam à disposição portas USB, USB 3.0, VGA e HDMI para serem usadas e um leitor óptico, que pode ser para DVD ou até mesmo para Blu-ray. Com isso, o notebook em si continua portátil, com pouco mais de 16 milímetros de espessuras e 1,2 quilo.

Já à venda na loja virtual da Sony da Inglaterra, a combinação, em sua versão mais básica, sai por 1434 libras, ou, aproximadamente 3621 reais.


O Google+, nova rede social do Google que estreou nesta terça-feira (28), marca o começo da guerra da empresa contra o Facebook.

Se vai dar certo ou não, ainda é muito cedo para dizer. No site da INFO, foi dada uma primeira olhada no serviço, que ainda está com acesso limitado. O Google convidou alguns jornalistas e, por enquanto, só a companhia pode incluir pessoas na nova rede social. Sem que os seus amigos participem ou que você possa enviar convites, fica muito difícil ter uma noção sobre a resposta do público à iniciativa.

A primeira conclusão que se pode tirar diz respeito aos motivos do Google.

Embora os executivos tenham dito que não se trata de uma resposta ao Facebook, pode esquecer o discurso. O Google+ é uma tentativa de ganhar relevância em redes sociais mundialmente, coisa que o Orkut não conseguiu. Isso é vital para a empresa, à medida que o Facebook está engolindo o tráfego da web – e roubando cliques dos anúncios do Google.

O Google+ foi pensado para prender os internautas, que vão poder conversar com seus amigos por texto, áudio e vídeo, compartilhar fotos, ler notícias e até assistir, em grupo, a vídeos do YouTube, tudo sem sair do site. Os recursos disponíveis  já são suficientes para fazer o usuário permanecer ali por bastante tempo.

Com o Hangout, você cria uma sala virtual de bate-papo com áudio e vídeo, que pode ser pública ou restrita a determinados grupos. Tudo é bem fácil e intuitivo. Nos nossos testes, porém, não faltaram bugs, como o apresentado na tela abaixo.

Outra novidade é o compartilhamento por círculos, que nada mais são do que grupos de pessoas criados por você: sua família, seus colegas de trabalho, seus amigos da faculdade, etc. Sempre que postar algo em sua timeline, ou Streaming, você escolhe quais círculos poderão ver e comentar. Quem não está neles não poderá ler nada. Criar esses grupos é bem mais simples do que no Facebook ou no Orkut. Por mais que o Google diga ter tomado cuidado com a privacidade, algumas das integrações do Google+ assustam.

Não deve demorar para que publicidade seja incorporada ao produto, rendendo dinheiro a Larry Page e Sergey Brin. Isso, contudo, não é o que preocupa o pessoal do Google. O que a empresa quer é ser bem-sucedida (e com rapidez), tirando audiência do Facebook. Como o projeto envolve centenas de engenheiros, a guerra promete ser longa.

O mundo tecnológico não é feito somente de aparelhos baratos como o novo Samsung Galaxy S II, que está saindo por míseros 2 mil reais. A TAG Heuer, conhecida por seus relógios, está lançando o Link Phone, um smartphone equipado com Android, pela bagatela inicial de 6700 dólares, ou mais de 10 mil reais.


A fabricante suíça deu um pouco da aparência de seus relógios ao smartphone. As opções de aparência para o aparelho são várias, desde couro de jacaré até adornado com diamantes.
Vamos ao que nos interessa aqui, a parte tecnológica. Aparentemente, ele é voltado a usuários que queiram só mostrar que a grana está sobrando. A versão do Android é a 2.2, que para um aparelho novo de alto nível, não é a melhor de todas.

O Link Phone tem tela de 3,5 polegadas, com resolução de 800 x 480 pixels, câmera traseira de 5 megapixels, 256 MB de memória interna e cartão para expansão de 8 GB.



São Paulo – Pesquisadores criam uma pele artificial capaz de dotar robôs da habilidade do tato, criando máquinas que sentem calor, vibrações, pressão e força.

As máquinas sensíveis ao toque já estão sendo testadas na Technical University Munich; elas funcionam com pequenos sensores hexagonais de 5cm2 que são ligados uns aos outros, como em uma colmeia.

Cada placa contém quatro sensores que detectam qualquer objeto mais próximo do que 1cm, seis sensores de temperatura e um acelerômetro. Unidas, elas formam uma pele sensível que ajudará robôs a se locomover melhor no ambiente e a ter melhor auto-percepção dos seus corpos.

A pele humana não serve apenas para sentir calor, pressão ou vibrações, ela também serve como “Limite” entre nosso corpo e o ambiente. A pretensão dos pesquisadores é que a pele robótica tenha essas mesmas funções: dê a ele informações capazes de ajudar em sua locomoção.

O tato é essencial para a convivência próxima de máquinas e humanos – imagine um robô que sente quando pisa no pé de alguém e interrompe o passo?  Aliada a câmeras e sensores infravermelhos, a pele artificial apoiará tosas as decisões motoras da máquina: ela poderia se retrair espontaneamente ao sentir o toque em alguém, ou se virar para buscar a fonte de contato.


São Paulo – O Myspace foi vendido ao grupo de publicidade online Specific Media por US$ 35 milhões, afirmam diversos veículos internacionais, entre os quais o Wall Street Journal e Business Insider.

Como parte do acordo, a News Corp, dona do site, terá uma participação acionária minoritária na Specific Media. Mais da metade dos funcionários do Myspace devem ser demitidos.

"O MySpace é reconhecido por seu pioneirismo entre as mídias sociais. A empresa tem transformado as formas pelas quais o público descobre, consume e interage com conteúdo online", disse Tim Vanderhook, CEO da nova dona da rede.

Com o acordo, o atual CEO do Myspace, Mike Jones, deixa o grupo.

A News Corp adquiriu o MySpace em 2005 por 580 milhões de dólares, depois que o presidente-executivo do grupo, Rupert Murdoch, decidiu intervir na disputa pela empresa e superou rivais como a Viacom, controladora da MTV, na concorrência.

Mas, desde então, o site deficitário vem perdendo relevância como rede social, e muitos de seus usuários migraram para o Facebook.

No ano passado, a News Corp relançou o Myspace como um site de entretenimento social focado em música, filmes e celebridades.

 
 
José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça: "o Brasil precisa ter uma tipificação criminal que permita à Polícia Federal e ao Poder Judiciário coibir esse tipo de crime"
 
Brasília - Dias após cerca de 200 sites de órgãos públicos brasileiros terem sido invadidos, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse nesta quarta-feira que o Brasil precisa tipificar o crime de crackers para coibir este tipo de ataque.

"O Brasil precisa ter uma tipificação criminal que permita à Polícia Federal e ao Poder Judiciário coibir esse tipo de crime", disse Cardozo a jornalistas após reunião com o presidente da República em exercício, Michel Temer.


Segundo o ministro, já há projetos no Congresso Nacional que tipificam a ação de crackers como crime, mas a discussão precisa ser aprofundada.

"Não é um problema fácil de ser atacado", disse. "Precisamos melhorar essa legislação, precisamos aprofundar essa discussão com o Congresso Nacional para que possamos estar aparelhados para enfrentarmos esse problema."

As investidas de crackers contra sites públicos brasileiros chegaram a tirar do ar, na quinta-feira passada, o portal da Presidência da República. Entre os sites que também foram alvo estão o da Receita Federal e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), nenhum dado sigiloso foi roubado dos portais invadidos.

Cardozo disse que o Ministério da Justiça e outros órgãos técnicos investigam os ataques.

Comentário: Como já falei em outras postagens referentes ao tema só existe um meio de coibir a prática criar leis severas que não prejudiquem clientes.







São Paulo - O principal coordenador da décima segunda edição da FISL (Fórum Internacional de Software Livre), que acontece esta semana em Porto Alegre, Sady Jacques, vê prejuízos à colaboração online e ao movimento do software livre em função da onda de invasões cracker no mundo.

Na avaliação de Jacques, a crise de segurança leva muitos usuários a confundir os programadores hackers, que desenvolvem tecnologias de modo colaborativo, com criminosos crackers, diminuindo a força do software livre.


Em entrevista ao site da INFO, o coordenador da FISL rebate a ideia de que o Fórum seja dependente do governo e afirma que aplicações open source estão ganhando espaço também no setor privado e cita fenômenos como Android e Firefox como exemplos da ascensão do software livre no Brasil.


Info: Nesta edição da FISL, a exemplo dos anos anteriores, há forte presença de estatais e patrocínios de governos. O software livre não consegue conquistar o setor privado?

Sady Jacques: No mundo todo os governos são os maiores consumidores de TI e também os principais fomentadores de novas tecnologias. Então, eu digo que qualquer evento de TI para ser bem-sucedido precisa de algum apoio público. Nós temos, nos últimos oito anos, recebido forte apoio do Governo Federal, não só para realizar a FISL, mas sobretudo para disseminar o software livre nas escolas e empresas. Mas não é só isso. O movimento open source está conquistando os usuários finais e as grandes empresas privadas.

Info: De que forma isso acontece?

Sady Jacques: Eu posso citar o sucesso do Firefox e do Ubuntu, que são produtos livres muito elogiados e adotados em massa pelos usuários.  Mas há também fenômenos como o Android e grande parte das aplicações para computação em nuvem que comprovam o sucesso do software livre. O Brasil vive um processo de lenta migração para plataformas abertas. Há 10 anos, praticamente só a IBM disseminava serviços para explorar o open source, hoje há centenas de grupos importantes ganhando dinheiro e gerando negócios baseados em aplicações abertas.


Info: Os primeiros trabalhos feitos com GNU/Linux completam este ano duas décadas, mas o software livre ainda é muito minoritário no mercado de TI, não?

Sady Jacques: Há espaço no mercado tanto para aplicações de código fechado quanto para soluções open source. Mais do que uma questão mercadológica, a opção pelo software livre permite desenvolver melhor as economias locais e, no caso do Brasil, viabiliza que nós mesmos tenhamos domínio sobre as tecnologias que usamos. O ganho científico também deve ser levado em conta.

Quando o conhecimento é livre e acessível a todos, a ciência tem muito mais condições de avançar. Fechar programas e ideias em torno da propriedade intelectual é, a meu ver, um grande atraso. A própria origem da internet e os protocolos de acesso à web estão intrinsecamente ligados a pesquisas acadêmicas abertas, com múltiplas mentes contribuindo de modo livre. A internet comercial e as aplicações fechadas só aparecem num segundo momento da web, de certa forma se apropriando desse conhecimento.

Info: Recentemente, vimos o uso da colaboração para viabilizar ataques a redes seguras. Este tipo de ativismo é bom ou ruim para a comunidade do software livre?

Sady Jacques: É ruim, pois gera uma confusão entre o que é hacker e o que é um cracker. A palavra hacker, no sentido histórico, é um elogio. Hacker é um cara muito habilidoso, inteligente e que usa sua expertise para, em colaboração com terceiros, resolver problemas complexos e ajudar a ciência e a tecnologia a evoluírem. Quando alguém promove um ato de vandalismo na web ou furta dados com a intenção de obter lucro, então, esse sujeito é um cracker.

É alguém que não compreende a natureza nobre de ser um hacker e contribuir para uma sociedade melhor. Avalio que a imprensa tem ajudado muito para agravar essa confusão, chamando de hacker toda e qualquer invasão quando, na verdade, deviam usar a expressão cracker.

Info: Há momentos em que é difícil definir se uma ação é cracker ou hacker, não?

Sady Jacques: Sim. Veja, por exemplo, os ataques feitos contra sites de cartão de crédito que se recusaram a suportar doações para o WikiLeaks. Essa é uma ação controversa pois os jovens que desferiram esses ataques estavam movidos por um ideal supostamente nobre, que era proteger o WikiLeaks. Eu entendo que a ação de invadir redes seguras não é a melhor forma de reagir. No entanto, a internet não possui um dono, não há como controlar a ação desses ativistas. O que eu posso sugerir é que as companhias não respondam de forma autoritária e aprendam a se relacionar com esse novo mundo. Por muito tempo, não houve canal de diálogo entre, por exemplo, as operadoras de cartão de crédito e os internautas. As recentes invasões mostram que estas companhias não podem fazer o que quiserem, precisam dialogar com as comunidades online.

Info: Como fazer isso?

Sady Jacques: Um exemplo interessante é o caso do garoto que desbloqueou o Playstation 3. A Sony tentou processar esse jovem, pressioná-lo na Justiça e acabou vítima da fúria das comunidades hackers.  Mais inteligente foi o Facebook que procurou esse jovem e lhe ofereceu um emprego. Esse menino GeoHox é um gênio! É melhor dialogar com ele que confrontá-lo nos tribunais.


São Paulo – O próximo smartphone do Google deverá se chamar Nexus Prime, virá com o novo sistema Android Ice Cream Sandwich embarcado e será fabricado pela Samsung.
De acordo com o site Boy Genius Report, o novo aparelho não terá botões físicos e contará com uma tela touchscreen Super AMOLED HD, com resolução de 720p (além de capturar vídeos em 1080p).
O Nexus Prime deverá contar com processador de dois núcleos OMAP 4460 de 1.2GHz, 1GB de memória RAM, câmera frontal de 1MP e traseira de 5MP e conectividade 4G.
Segundo o site, embora a Samsung tenha sido a fabricante do Nexus S, último aparelho lançado pelo Google, a empresa considera ampliar a fabricação do Nexus Prime para outros OEM como HTC, LG e Motorola.
Desta forma, mais aparelhos e operadoras lançariam simultaneamente o Nexus Prime, divulgando assim o novo sistema operacional Android 4.0 (Ice Cream Sandwich).
O Google não confirma os rumores, mas é possível que o novo aparelho seja anunciado e chegue às lojas nos Estados Unidos ainda este ano.

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Espero que gostem de nossas postagens e videoaulas, e que possam com nossas informações adquirir um grande desenvolvimento social e tecnológico nesta área tão requisitada atualmente no mercado de trabalho.

A Equipe Informática Inteligente agradece a preferência!


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Autor - Técnico e Professor em TI. Formação em Administração de Empresas

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