segunda-feira, 20 de junho de 2011

Grupos de hackers se unem e declaram guerra contra bancos e governos

Dois conhecidos grupos de hackers diferentes que estão fazendo história nainternet se uniram hoje à favor de uma causa em comum. O Lulzsec, grupo que atacou servidores da Sony e tirou do ar diversos sites governamentais, anunciou uma aliança ao Anonymous, grupo formado em 2007 e que também tem a Sony na lista de alvos, dentre outras grandes empresas e sites governamentais. 

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O movimento é chamado AntiSec (Anti-Security) e tem como objetivo atacar sitesde governos e organizações bancárias para mostrar o quão frágeis eles são. Em um trecho do nada pretensioso press-release liberado no site pastebin.com pelo Lulzsec, eles dizem que qualquer pessoa é livre para se unir ao movimento e que “juntos podemos nos defender para que nossa privacidade não seja invadida por glutões aproveitadores”. 


A prioridade número 1, segundo eles, é roubar e vazar documentos confidenciais de governos, bancos e outras organizações tão grandes quanto. Ao que parece, eles falam sério: até o momento da publicação desse post dois ataques do movimento AntiSec a sites já haviam sido registrados, de acordo com a conta do grupo Lulzsec no Twitter. O primeiro tirou do ar o site da SOCA, agência contra crimes organizados do Reino Unido, e o segundo ainda está acontecendo mas o alvo ainda não foi revelado. 


Vejo dois possíveis resultados dessa guerra: os membros do Lulzsec e Anonymous serão caçados como nunca, encontrados e presos por autoridades ou os bancos e governos vão passar a levar a sério a segurança dos seus servidores.


Vendo como os hackers conseguem se esconder bem, acho que a primeira é a mais improvável de acontecer e torço para que a segunda alternativa aconteça antes dos meus dados bancários vazarem na web.


Comentário: As informações na internet são propagadas em poucos segundos, todos tem acesso as inúmeras informações, mas particularmente não creio que esses grupos durem muito tempo, os governos estão se reunindo em grupos para reprimir essas ações, apenas temo que não sejam adotadas políticas de segurança extremamente rígidas para empresas e lares como vem ocorrendo em alguns Países.

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