sexta-feira, 1 de julho de 2011

PNBL não é garantia de velocidade de 1 mega



São Paulo – O que poderia ser um benefício, ainda que mínimo, virou frustração para o consumidor com o anúncio do governo do tão badalado Plano Nacional de Banda Larga com internet por R$ 35 mensais, em teoria a 1 Megabit por segundo (Mbps).
Isso porque a prática só será conhecida somente no fim de outubro, quando a Anatel irá esclarecer qual o porcentual mínimo de entrega da velocidade. Atualmente, as empresas são obrigadas a entregar 10% da velocidade que promete ao consumidor.
A presidente Dilma Rousseff afirmou que o compromisso seria de 70% para o PNBL, e as teles se rebelaram, influenciando para que a decisão fosse postergada, avalia a Proteste. Para a associação de defesa dos consumidores, como esse era um dos pontos polêmicos na negociação, o governo deixou a questão para ser resolvida posteriormente pela Anatel.
Na opinião da entidade, a falta de garantia de velocidade, entre outros pontos do PNBL divulgado, mostra que o governo federal cedeu aos interesses das empresas em prejuízo dos consumidores. O valor definido (R$ 35) não inclui, por exemplo, acessórios como modem, argumenta a Proteste.
O acordo entre governo e concessionárias de telefonia estabelece um prazo de até 90 dias para que o serviço comece a ser ofertado, embora o cronograma exato ainda não tenha sido fechado.

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